Eu não roubo no troco, não corto fila, tento ser educado com todos, tento sempre fazer o que acredito ser o certo. Mesmo que tudo em volto buzine e berre e grite na direção oposta. Não faço o que faço por um imperativo categórico, por medo de uma punição metafísica ou esperando uma recompensa do [...]
Arquivo de março, 2011
Verdade ou ficção? (ou A dança do patinho)
Publicado: 31/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, 9 teses da rua augusta, As Nove Teses da Rua Augusta, Cultura, nove teses, nove teses da rua augusta
JCVD como confirmação da teoria do nada (ou Como que pode ser tão chato)
Publicado: 23/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, Jean Claude, JVCD, nada, nove teses, nove teses da rua augusta, Rambo, Van Damme
O nada é uma impossibilidade física. O nada não pode ocupar lugar no espaço, ou seria matéria. Não pode ter cor, não pode ter volume. O nada não pode ter movimento, massa, área ou comprimento. A mera ausência de matéria não é O NADA, é o Vácuo. E nem mesmo o vácuo é muito tolerado: [...]
Acesso ao código fonte (ou Let me see the matrix)
Publicado: 22/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, código fonte, interpretação, matrix, nove teses, nove teses da rua augusta
Infelizmente, meu querido e insistente prego, a vida não é software livre, você não tem acesso ao código fonte e não tem reprogramar as coisas. As coisas estão assim, estavam assim quando a gente chegou tentando descobrir tudo pela nossa interface, talvez ainda estejam assim ainda por um bom tem. (Note que evito dizer que [...]
A parábola do prego (ou ter a cabeça firme nem sempre é bom)
Publicado: 16/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, karl marx, martelos, nove teses, nove teses da rua augusta, parabola, pink floyd, prego
Tu é um prego. É triste, mas é verdade: Tu é um prego. Se ajuda saber, eu também sou, todo mundo é. Isso é uma parábola, então tu é figurativamente um prego, ok? (Me avisaram que é preciso dar ênfase à certas figuras de linguagem) Somos pregos porque quando chegamos aqui (nesse plano, vida, etapa, [...]