Beleza bigode, tu terminou as 9 teses, e agora? Agora acabaram as gracinhas, os spams, fecha o blog, passa a régua? Não, camarada prego, de maneira alguma. Agora esse blog se dedicará a crônicas, críticas, editoriais e coisas a fim. Porque é sobre isso que se trata esse blog. As teses nasceram para justamente nortear [...]
Arquivo da categoria ‘Nove teses da Rua Augusta’
As luzes de tungstênio (ou libertação andarilha)
Publicado: 15/04/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:on the road
Para quem já voltou a pé da balada, para quem já foi a pé para a balada ou mesmo para quem já viajou longas distâncias, sabe que o caminhar físico leva também ao caminhar mental, sabe que um assunto puxao outro, mesmo dentro da cabeça da gente, ao percorrer a cidade percorremos também o labirintos [...]
A filosofia [pós] moderna do Sly (ou como eu chorei assistindo Rambo)
Publicado: 12/04/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:Fadiga de Combate, First Blood, Guerra, Rambo, Síndrome de Rambo, Silvester Stallone, Sly, Vietnã
Antes de qualquer coisa, assistam o vídeo abaixo. Entrega o final, então tem “spoiler”; mas o filme é de 1982 e sem assistir essa cena toda a nossa conversa vai ser absolutamente sem pé nem cabeça. Assistiu?Não? Volta e assiste. Pronto, agora a gente pode continuar. Isso se chama síndrome do stress continuado, no meio [...]
Verdade ou ficção? (ou A dança do patinho)
Publicado: 31/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, 9 teses da rua augusta, As Nove Teses da Rua Augusta, Cultura, nove teses, nove teses da rua augusta
Eu não roubo no troco, não corto fila, tento ser educado com todos, tento sempre fazer o que acredito ser o certo. Mesmo que tudo em volto buzine e berre e grite na direção oposta. Não faço o que faço por um imperativo categórico, por medo de uma punição metafísica ou esperando uma recompensa do [...]
JCVD como confirmação da teoria do nada (ou Como que pode ser tão chato)
Publicado: 23/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, Jean Claude, JVCD, nada, nove teses, nove teses da rua augusta, Rambo, Van Damme
O nada é uma impossibilidade física. O nada não pode ocupar lugar no espaço, ou seria matéria. Não pode ter cor, não pode ter volume. O nada não pode ter movimento, massa, área ou comprimento. A mera ausência de matéria não é O NADA, é o Vácuo. E nem mesmo o vácuo é muito tolerado: [...]
Acesso ao código fonte (ou Let me see the matrix)
Publicado: 22/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, código fonte, interpretação, matrix, nove teses, nove teses da rua augusta
Infelizmente, meu querido e insistente prego, a vida não é software livre, você não tem acesso ao código fonte e não tem reprogramar as coisas. As coisas estão assim, estavam assim quando a gente chegou tentando descobrir tudo pela nossa interface, talvez ainda estejam assim ainda por um bom tem. (Note que evito dizer que [...]
A parábola do prego (ou ter a cabeça firme nem sempre é bom)
Publicado: 16/03/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, karl marx, martelos, nove teses, nove teses da rua augusta, parabola, pink floyd, prego
Tu é um prego. É triste, mas é verdade: Tu é um prego. Se ajuda saber, eu também sou, todo mundo é. Isso é uma parábola, então tu é figurativamente um prego, ok? (Me avisaram que é preciso dar ênfase à certas figuras de linguagem) Somos pregos porque quando chegamos aqui (nesse plano, vida, etapa, [...]
A urgência do neologismo (ou a preguiça de usar um dicionário)
Publicado: 10/02/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As Nove Teses da Rua Augusta, nove teses, nove teses da rua augusta
Nem sempre se tem pronta, assim feito fast food, a palavra que precisa para expressar o que se quer. As vezes ela não existe, então inventamos uma. As vezes apenas não a conhecemos, então inventamos uma. Ou gambiarramos. Sim sim, eu gambiarro e você também. Ou nunca usou uma palavra que dava na trave e [...]
A questão do reboot (ou onde fica o botão de reset?)
Publicado: 08/02/2011 em Nove teses da Rua AugustaTags:9 teses, As nove teses da rua agusta, As Nove Teses da Rua Augusta, bonde andando, brilho eterno de uma mente sem lembranças, nove teses, nove teses da rua augusta, pegar o bonde andando, reboot, tese 01
A gente pega o bonde andando e não tem como sentar no colo do motorista, nem na janela, e nem perguntar o rumo para o cobrador! As estações, as paradas, quantos pontos faltam até chegar no final… Esquece, senta aí e aproveita o passeio o melhor de quer, e nem sempre dá para aproveitar muito. [...]